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segunda-feira, 6 de maio de 2019
domingo, 5 de maio de 2019
sábado, 4 de maio de 2019
sexta-feira, 3 de maio de 2019
quinta-feira, 2 de maio de 2019
quarta-feira, 1 de maio de 2019
terça-feira, 30 de abril de 2019
segunda-feira, 29 de abril de 2019
CHARLIE CHAPLIN CURTAS MUTUAL 10 11 12
10 1917 CARLITOS NAS TERMAS (The Cure, EUA, 16 ABRIL 1917)
11 1917 O IMIGRANTE (The Immigrant, EUA, 17 JUNHO 1917)
12 1917 O PRESIDIÁRIO (The Adventurer, EUA, 22 OUTUBRO 1917)
CHARLIE CHAPLIN CURTAS MUTUAL 07 08 09
07 1916 CARLITOS NO ESTÚDIO (Behind the Screen, EUA, 13 NOVEMBRO 1916)
08 1916 CARLITOS PATINADOR (The Rink, EUA, 04 DEZEMBRO 1916)
09 1917 RUA DA PAZ (Easy Street, EUA, 22 JANEIRO 1917)
CHARLIE CHAPLIN CURTAS MUTUAL 04 05 06
04 1916 UMA HORA DA MADRUGADA ( One A.M., EUA, 07 AGOSTO 1916)
05 1916 O CONDE (The Count, EUA, 04 SETEMBRO 1916)
06 1916 LOJA DE PENHORES (The Pawnshop, EUA, 02 OUTUBRO 1916)
CHARLIE CHAPLIN CURTAS MUTUAL 01 02 03
01 1916 CARLITOS NO ARMAZÉM (The Floorwalker, EUA, 15 MAIO 1916)
02 1916 CARLITOS BOMBEIRO (The Fireman, EUA, 12 JUNHO 1916)
03 1916 O VAGABUNDO (The Vagabond, EUA, 10 JULHO 1916)
domingo, 16 de dezembro de 2018
domingo, 4 de janeiro de 2015
197 1947 MONSIEUR VERDOUX (MONSIEUR VERDOUX, EUA)
Direção:
Charles Chaplin
Produção:
Charles Chaplin
Roteiro:
Charles Chaplin
Fotografia:
Roland Tothetoh
Música:
Charles Chaplin
Elenco:
Charles
Chaplin ……Henri Verdoux
Mady Correll …………Mona Verdoux
Allison Roddan ……..Peter Verdoux
Robert Lewis ………...Maurice Bottello
Audrey Betz …………Martha Bottello
Martha Raye ………...Annabella Bonheur
Ainda: Ada May, lsobel EIsom, Marjorie Bennett, Helene Heigh, Margaret
Hoffman, Marilyn Nash, Irving Bacon, Edwin Mills, Virginia Brissac.
Indicação
ao Oscar: Charles Chaplin (roteiro)
Charles
Chaplin comprou a ideia da sua comédia mais negra (por 5 mil dólares) de Orson
Welles, cujo plano original era fazer um documentário sobre o lendário
assassino em série de esposas francês Henri Desiré Landru. Chaplin deu à
história uma abordagem sócio-satírica nova e mordaz, em resposta à paranoia
crescente dos anos da Guerra Fria. Verdoux (Chaplin), um pequeno-burguês tranquilo
e charmoso, só adota sua profissão lucrativa de se casar com viúvas ricas e assassiná-las
mais tarde, quando a depressão econômica impossibilita que ele ganhe a vida
honestamente como caixa de banco. Quando é finalmente levado à justiça, sua
defesa consiste em que, enquanto o assassinato privado é condenado, a matança
pública - na forma da guerra - é glorificada: "Um assassinato transforma
uma pessoa em vilã - milhões, a transformam em herói. Os números santificam."
Esses não eram sentimentos populares na América de 1946, e Chaplin se viu cada
vez mais na mira da Direita - uma caça às bruxas que resultou na sua partida
definitiva dos Estados Unidos em 1952. Verdoux, acompanhado pela animada canção-tema
(Chaplin, como sempre, compôs sua própria trilha), é um personagem rico e
vívido. A economia rígida do pós-guerra obrigou Chaplin a trabalhar mais rápido
e com multo mais planejamento do que em filmes anteriores. O resultado é uma de
suas narrativas mais bem construídas, que ele mesmo considerou, sem modéstia,
"o filme mais Inteligente e brilhante da minha carreira". DR
(1001 FILMES PARA VER
ANTES DE MORRER 197)
sábado, 27 de setembro de 2014
095 1936 TEMPOS MODERNOS MODERN TIMES, EUA)
Direção:
Charles Chaplin
Produção:
Charles Chaplin
Roteiro:
Charles Chaplin
Fotografia:
Ira H. Morgan, Roland Totheroh
Música:
Charles Chaplin
Elenco:
Charles
Chaplin ………..Trabalhador da Fábrica
Paulette Goddard ……….Gamin
Henry Bergman …………Proprietário do Café
Tiny Sandford ……………Big Bill
Chester Conklin …………Mecânico
Hank Mann ………………Burglar
Tempos
Modernos foi o último filme em que Charles Chaplin fez o papel de Carlitos, em
que ele criara em 1914 e que lhe trouxe fama e carinho universais. Nesse meio
tempo, o mundo havia mudado. Quando Carlitos nasceu, o século XIX ainda estava
próximo. Em 1936, com o mundo ainda sob os efeitos da Depressão, ele confrontou
as ansiedades que não diferem tanto daquelas do século XXI: pobreza,
desemprego, greves e fura-greves, intolerância política, desigualdade
econômica, a tirania das máquinas e os narcóticos. Esses
eram os problemas que passaram a preocupar de fato Chaplin no decorrer de Sua
turnê mundial de 18 meses de duração em 1931-1932, período em que observou a
ascensão do nacionalismo e os eleitos sociais da Depressão: o desemprego e a
automação. Em 1931, ele declarou numa entrevista a um jornal: "O
desemprego é a principal questão... as máquinas devem beneficiar a humanidade,
e não causar tragédias.e tirar dela o trabalho." Explorando essas questões
sob o foco da comédia, Chaplin transforma Carlitos em um dos milhões de peões
de fábrica espalhados pelo mundo. Ele primeiro surge como um operário
enlouquecido por seu trabalho monótono e desumano na esteira de uma linha de
produção e sendo usado como cobaia de uma máquina para alimentar os trabalhadores
enquanto eles exercem suas funções. Casualmente, Carlitos encontra um
companheiro na sua batalha nesse novo mundo: uma jovem (Paulette Goddard) cujo
pai foi morto em uma greve e que se une a Chaplin. Os dois não são rebeldes nem
vítimas, escreveu Chaplin, mas "apenas duas almas vivas em um mundo de
autômatos", Na época do lançamento de Tempos modernos, os filmes falados
já existiam havia uma década. Chaplin cogitou usar diálogos e chegou até a
preparar um roteiro, mas reconheceu, no fim das contas, que Carlitos dependia
da pantomima do cinema mudo, em um momento, no entanto, sua voz é ouvida,
quando, ao ser contratado como garçom cantante, ele improvisa uma canção em uma
maravilhosa embromação de Italiano. Concebido em quatro "atos" - cada
qual equivalente a uma de suas antigas comédias de dois rolos -, Tempos
modernos mostra Chaplin ainda em seu ápice, imbatível como criador de comédias
visuais. O filme resiste, no mínimo, como um olhar sobre a sobrevivência humana
nas circunstâncias industriais, econômicas e sociais do século XX e, talvez, do
século XXI. DR
(1001 FILMES PARA VER
ANTES DE MORRER 095)
SMILE
Smile é
uma canção composta
por Charles Chaplin originalmente em 1936 para seu
filme, Tempos Modernos. Em 1954, John Turner e
Geoffrey Parsons adicionaram letra à canção.
A canção foi originalmente cantada por Nat King Cole tendo alcançado as paradas em 1954. A cantora Sunny Gale também regravou a
canção, partilhando vendas com Cole, como mostrado no comércio de música
Cashbox. Foi também regravado pela filha de Cole, Natalie,
em seu álbum de 1991, Unforgettable... with Love.
Na Grã-Bretanha, versões rivais foram divulgados pelas cantoras Lita Roza e Petula Clark,
em 1954. Clark depois regravou para o seu álbum de 1968, The Other Man's Grass
Is Always Greener, época em que ela era uma amiga pessoal de C.Chaplin.
terça-feira, 26 de agosto de 2014
segunda-feira, 30 de junho de 2014
028 1925 EM BUSCA DO OURO (THE GOLD RUSH, EUA)
Direção:
Charles Chaplin
Produção:
Charles Chaplin
Roteiro:
Charles Chaplin
Fotografia:
Roland Totheroh
Música:
Max Terr (versão de 1942)
Elenco:
Charles
Chaplin …..Carlitos
Georgia Hale ……Georgia
Mack Swain ……..Big Jim McKay
Tom Murray ……..Black Larsen
Henry Bergman ……Hank Curtis
Ainda: Malcom Waite
Em
busca do ouro vem corroborar a crença de Charles Chaplin de que tragédia e
comédia nunca estão muito distantes uma da outra. Essa improvável inspiração
dupla lhe velo depois de ver alguns slides sobre as privações sofridas pelos
garimpeiros na corrida do ouro no Klondike entre 1896-1898 e ler um livro sobre
a tragédia da expedição de Donner, de 1846, em que um grupo de imigrantes preso
pela neve na Sierra Nevada é obrigado a comer seus próprios sapatos e os
cadáveres dos companheiros mortos. A partir desse tema sinistro e árido,
Chaplin criou alta comédia. O conhecido vagabundo se torna um garimpeiro,
juntando-se à massa de homens corajosos e otimistas para enfrentar os perigos
do frio, da fome, da solidão e dos ursos que, vez por outra, podiam aparecer. O
filme foi, em todos os aspectos, o projeto mais elaborado da carreira de
Chaplin. A equipe passou semanas filmando em locação nas geleiras de Truckee,
na região castigada pela neve de Sierra Nevada. Lá, Chaplin recriou a imagem histórica
dos garimpeiros lutando para atravessar a passagem de Chilkoot. Cerca de 600
figurantes, muitos deles andarilhos e vagabundos de Sacramento, foram levados
de trem para escalar a passagem de 700m através da neve da montanha. Para a
tomada principal, a equipe voltou para o estúdio em Hollywood, onde uma
cordilheira em miniatura muito convincente foi feita com madeira, tela de
arame, estopa, argamassa, sal e farinha. Além disso, os técnicos do estúdio
criaram maquetes primorosas para produzir os efeitos especiais exigidos por
Chaplin, como a cabana dos garimpeiros, que é levada por uma tempestade até a
beira de um precipício, em uma das mais longas sequências de suspense cômico do
cinema. Muitas vezes, é impossível perceber as passagens de maquete para cenário
em tamanho real. Em busca do ouro é repleto de cenas cômicas que se tornaram
clássicas. O horror histórico da fome dos pioneiros do século XIX inspirou a
sequência em que Carlitos e seu parceiro Big Jim (Mack Swain) ficam presos na
neve e famintos. Aos olhos do delirante Big Jim, o amigo se transforma
intermitentemente em um frango assado - um triunfo tanto do cinegrafista, que
teve que fazer o complexo truque funcionar apenas com a câmera, quanto de
Chaplin, que assume, como num passe de mágica, as características de um
pássaro. O sonho do garimpeiro solitário de oferecer um jantar de Ano-Novo para
a bela garota do salão de dança (Geórgia Hale, que substituiu Lita Grey, de 16
anos, quando esta ficou grávida e se casou com Chaplin) dá a oportunidade para
outro famoso número de Chaplin: a dança dos pãezinhos. A brincadeira não era
inédita no cinema, porém Chaplin confere uma personalidade única às pernas dançantes
feitas de garfos e pães. Hoje, Em busca do ouro é considerado uma das mais
perfeitas realizações de Chaplin. Embora seu gosto pelo próprio trabalho tenha
mudado com o tempo, no fim da vida ele declararia diversas vezes que este era o
filme pelo qual gostaria de ser lembrado. D
R
(1001 FILMES PARA VER
ANTES DE MORRER 028)
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